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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2019 - 15:00

Entenda como tratar verme em cachorro de uma vez por todas!

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Entenda como tratar verme em cachorro de uma vez por todas!

Muito comuns aos animais de estimação, verminoses podem causar diarreia, falta de apetite e emagrecimento, além de outras consequências mais sérias à saúde dos cãezinhos. Certamente, não é o que um pet lover quer para o seu peludo, certo? Por isso, saber como tratar verme em cachorro é fundamental.

Em primeiro lugar, os cães devem passar por vermifugações periódicas, sejam filhotes ou adultos, porque os vermífugos atuam tanto na prevenção quanto no tratamento desses parasitas. Porém, como cada caso poderá exigir procedimentos e periodicidades diferentes, também é preciso conhecer os sintomas desses vermes.

Pensando nisso, falaremos neste artigo sobre como tratar verme em cachorro e a importância da prevenção para manter um animal saudável e feliz. Continue lendo e tire todas as suas dúvidas!

Sintomas mais comuns de verminose em cachorros

  • pelagem opaca, com fios sem vida e secos ao toque;
  • baixa consistência das fezes, com muco ou mesmo a presença de sangue;
  • diarreia frequente, com ou sem a presença de sangue;
  • vômito;
  • perda de peso sem um motivo aparente, mesmo que o pet esteja se alimentando bem;
  • mudança no volume abdominal, abdome distendido;
  • coceira anal — e isso pode deixar os cães bastante incomodados. Eles tentam coçar com os dentes ou se arrastar pelo chão para sentirem alívio;
  • fraqueza, pois os vermes se alimentam dos nutrientes que o cão ingere.

Os principais tipos de vermes

A verminose intestinal é dividida em dois grandes grupos: nematoides (vermes redondos) e cestoides (vermes chatos). Dentre esses, os mais comuns são:

Ancylostoma

Esse é um dos vermes mais corriqueiros de se encontrar nos cachorros, e ainda permanecem vivos no ambiente muito tempo após saírem do organismo do animal. São microscópicos e se alojam no intestino delgado, causando diarreia e anemia nos pets.

Dipylidium caninum

Também chamada de solitária, esse verme pode atingir até três metros de comprimento e causa muitos danos aos animais. Também fica alojado no intestino delgado, e entre as suas possíveis sequelas estão a debilidade.

Dirofilaria immitis

Popularmente conhecido como verme do coração, esse é um parasita cardiopulmonar nematoide. Ele é considerado endêmico em zonas de clima tropical, que favorecem o desenvolvimento dos hospedeiros intermediários (mosquitos). Por isso, quem mora no litoral ou leva o animal para passear em cidades com praia deve ter atenção redobrada.

Animais com essa doença podem apresentar tosse crônica, mucosas pálidas, fadiga e perda de peso. Além disso, o verme pode causar insuficiência cardíaca, sendo fatal para o bichinho.

Giardia lamblia

Giárdia é um problema de saúde coletiva, uma vez que tem ampla infestação em animais e humanos. Os sinais clínicos comuns são diarreia, dor abdominal, fezes claras e acinzentadas, podendo apresentar muco e odor forte. O animal ainda costuma ter síndrome de má absorção, ocasionando desnutrição e raquitismo.

Toxocara canis

Os sinais clínicos desse verme nematódeo nos cães incluem a diarreia, a distensão abdominal e o aumento da frequência respiratória. Em filhotes, ele pode causar distúrbios neurológicos e até levar à morte. Já em crianças humanas, podem causar cegueira.

Os riscos dessas verminoses para os humanos

Como dissemos, alguns vermes que parasitam gatos e cachorros também podem ser transmitidos aos homens — são as doenças chamadas zoonoses. As lombrigas são os mais comuns deles, espalhando-se por meio da ingestão de seus ovos.

Eles sobrevivem por longos períodos no solo, o que facilita a infestação. Assim, quando se toca em algo contaminado, como o solo, e depois coloca-se a mão na boca, esses ovos são transferidos para novo hospedeiro.

As lombrigas podem afetar humanos no fígado, nos pulmões, no coração, no cérebro e nos olhos. Crianças são mais suscetíveis a elas, por brincarem em parques, areias e gramados que, comumente, são frequentados por cães. Lavar as mãos antes de comer ou levá-las à boca é imprescindível para evitar riscos de contaminação.  

Como o animal é infectado

Como há diversos tipos de vermes, o cachorro pode ser infectado de várias maneiras:

  • via oral — quando o cachorro ingere ovos ou larvas de vermes contidas no solo, na água e no próprio ambiente;
  • via cutânea — os vermes penetram pela pele, mesmo que não haja ferimentos;
  • hospedeiro intermediário — quando o animal ingere uma pulga que está infectada por um verme, por exemplo, ou pela ingestão de carne crua;
  • da mãe para o filhote — o cachorro pode adquirir vermes por meio da mãe, seja durante a gestação ou a amamentação.

Como confirmar a presença de vermes

Nem sempre o animal apresentará os sintomas que citamos, principalmente nos estágios iniciais da verminose. Muitas vezes, o cachorro aparenta estar saudável, mas já está infestado de parasitas intestinais. Inclusive, não são todos os vermes que aparecem a olho nu nas fezes, o que dificulta ainda mais a vida do tutor.

Por conta disso, o diagnóstico confirmado se dá por meio de exame laboratorial realizado pelo veterinário. Analisando as fezes do animal, esse profissional dirá exatamente qual tipo de verme está parasitando o seu bicho, e conseguirá indicar o melhor tratamento para cada caso.

Como prevenir essas verminoses

A higiene é muito importante para conter infestações de vermes. Especialmente em locais frequentados por muitos animais, o recolhimento das suas fezes deve ser feito o quanto antes. Quanto aos bichinhos, é o vermífugo que vai tratar os vermes já existentes e fazer a prevenção para o controle da verminose. Assim, é garantida a segurança dos animais e dos pet lovers, que poderão aproveitar os melhores momentos juntos.

Durante o ano, o cão deve ser receber três doses de Vermivet (verão, inverno e primavera). Manter esse calendário em dia é fundamental para a eficácia do tratamento.

No verão, o pet passa mais tempo brincando do lado de fora, frequentando praias e gramados — logo, fica mais exposto. Já no inverno, ele fica a maior parte em casa, aumentando o risco de transmissão para os pet lovers. Durante a primavera, por fim, é o momento de aplicar a dose preventiva, protegendo o animal para o momento em que ele voltará às atividades ao ar livre.

Enfim, agora você já entendeu como tratar verme em cachorro, certo? Então, tome cuidado com a saúde do seu bichinho e programe-se para que todas as doses sejam ministradas corretamente!

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