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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018 - 08:53

Aprenda o que é a dirofilariose canina e seus sintomas

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Aprenda o que é a dirofilariose canina e seus sintomas

Todo Pet Lover precisa ficar sempre muito atento, porque existem diversas doenças que podem acometer os nossos animais. Uma simples volta pelo quintal ou parque, por exemplo, pode ser suficiente para que seu amigo contraia a dirofilariose canina, se ele não estiver protegido contra ela.

Você já ouviu falar a respeito dessa doença? Sabe o que de fato ela é e quais são os problemas que pode trazer para o seu cachorro? Se ainda tem dúvidas sobre esse assunto, então continue lendo atentamente este artigo.

Nele explicaremos o que é a dirofilariose, de que forma ela é contraída e quais são os sintomas característicos dessa doença. Você também descobrirá se existe tratamento para ela ou se é fatal, além de como prevenir para cuidar ainda mais do seu amigo pet.

O que é dirofilariose canina?

A dirofilariose canina é uma doença parasitária causada pelo verme Dirofilaria immitis, e também é conhecida como verme no coração. Ela é muito comum em regiões de clima quente e temperado, mas também ocorre em todos os demais climas.

Todos os cães podem contrair esse problema se não estiverem protegidos contra ele. Entretanto, por ser provocado pela picada de um mosquito, estão mais suscetíveis os animais que têm contato com o meio exterior.

Quando falamos a respeito de verminoses é muito comum que isso seja associado aos parasitas que infestam o intestino, mas no caso da dirofilariose é diferente. Isso porque, os vermes se alojam nas artérias do coração, no próprio órgão e ainda nos vasos que fazem a ligação dele com os pulmões.

Portanto, pode ser mais difícil para o Pet Lover identificar essa doença, já que os vermes não são eliminados nas fezes como nas infestações mais conhecidas. Mas isso não significa que essa condição não seja grave, pelo contrário, porque ela pode trazer complicações severas para o animal.

Como essa verminose é contraída?

A forma de contração da dirofilariose canina também é diferente, porque não se trata do contato via oral ou respiratório com larvas e ovos dos parasitas. No caso dessa verminose, como dito, ela é transmitida por meio da picada de um mosquito, que pode ser dos gêneros Aedes, Culex e Anopheles.

Assim como outras doenças parasitárias ela também tem um ciclo e ele se inicia quando um mosquito pica um animal infectado. O seu sangue contém microfilárias e quando ele é picado, o inseto aloja esses organismos, que se desenvolvem em seu corpo até se tornarem larvas, em cerca de duas a três semanas.

Ao picar um animal sadio, os mosquitos liberam essas larvas, que se instalam nos tecidos abaixo da pele do cachorro. Ali elas se desenvolvem e dão origem a parasitas jovens adultos que, por sua vez, migram para as artérias do pulmão e do coração. Isso ocorre cerca de 4 meses após o pet ser infectado.

A partir daí começa a reprodução dos parasitas, sendo que as fêmeas adultas liberam as microfilárias na circulação sanguínea do animal. Quando ele é picado por outro mosquito, o ciclo se reinicia.

Quais sintomas a dirofilariose provoca?

Os parasitas adultos chegam a medir 20 cm de comprimento e podem sobreviver de cinco a sete anos no organismo do cachorro. Durante esse período, provocam uma resposta do sistema imunológico, além de lesões nos órgãos onde se alojam e outras complicações consequentes.

Uma grande parte dos cachorros infectados pela dirofilariose canina não manifestam nenhum sintoma da doença, mas alguns dos primeiros sinais identificados são: tosse, redução do apetite, perda de peso e apatia.

Quando o pet abriga muitos vermes, ele também pode ter mais dificuldade para correr, brincar e fazer seus exercícios. Além disso, alguns podem apresentar inchaços abdominais, porque nessa região se acumulam líquidos.

Essa doença também pode causar:

  • insuficiência cardíaca;
  • hipertensão;
  • prostração;
  • dificuldade para respirar;
  • alterações renais e hepáticas.

Como você viu, alguns sintomas não podem ser identificados pelo Pet Lover, mas outros se caracterizam por mudanças no comportamento e no porte físico do animal. Por isso, é fundamental estar atento a esses detalhes e buscar a ajuda de um veterinário quando algo estiver fora do normal.

Vale lembrar que essa verminose também varia em gravidade e o que determina a severidade maior ou menor de cada caso, bem como os sintomas, é o grau da infecção, o tempo que o animal já permaneceu com os parasitas em seu organismo e também suas respostas orgânicas.

Essa doença é fatal ou tem tratamento?

Quando a dirofilariose canina não é tratada, ela de fato pode ser fatal para o animal. Isso porque, quando há muitos vermes, eles acabam ocupando todo o ventrículo direito do coração, provocando o quadro chamado de síndrome caval.

Mas além disso, os parasitas também podem obstruir os vasos que ligam o coração aos pulmões, além daqueles menores que estão localizados nesses órgãos. Tudo isso impede a passagem do fluxo sanguíneo, o que pode causar a morte do animal.

Felizmente, essa verminose pode ser tratada, mas é necessário a ajuda de um veterinário para isso, porque o procedimento é um pouco mais complexo. Ele varia conforme a gravidade da infestação, a quantidade de larvas presentes no organismo do cachorro e o comprometimento causado nos órgãos afetados.

Por isso, o método varia para cada cão e podem ser administrados diversos remédios para que se possa tratar precisamente o que cada animal necessita. Afinal, muitas vezes esses parasitas são acompanhados também por outras bactérias que, da mesma forma que eles, precisam ser combatidas.

Existe um momento específico para que cada medicação seja ministrada, isso em função da fase de desenvolvimento em que se encontra o parasita. Mas de um modo geral, o tratamento é dividido em duas fases, sendo a primeira para eliminar os indivíduos adultos e a segunda para combater as microfilárias presentes no sangue.

Pode acontecer de um animal ainda não ter desenvolvido os indivíduos adultos e é por isso que existe essa variação de tratamento e a necessidade do acompanhamento de um veterinário. Ele também solicitará exames para confirmar a eficácia do tratamento e se os parasitas foram eliminados.

Como prevenir esse problema?

A prevenção da dirofilariose canina pode ser feita de duas formas diferentes: evitando a picada do mosquito e administrando periodicamente as doses de vermífugo. O ideal, na verdade, é que o Pet Lover adote essas duas medidas.

Para evitar que o cachorro seja picado é possível utilizar coleiras repelentes para que o mosquito não se aproxime dele. Além disso, também é válido evitar passeios em áreas de risco nos horários de maior incidência de mosquitos, que são no período da manhã e ao final da tarde.

No caso do vermífugo, é fundamental que seja seguido o calendário anual para as três doses, que devem acontecer no verão, no inverno e na primavera. Isso para que o seu pet esteja protegido o ano todo.

Não se esqueça de que estamos no período da dose de inverno, que vai de maio a agosto, e já em transição para a dose de primavera, que vai de setembro a dezembro. Por isso, se você ainda não deu a dose de inverno para o seu pet é muito importante que ela seja administrada para prevenir essa e outras verminoses.

Se você ainda tem dúvidas sobre como vermifugar o seu animal, visite o Portal da Linha Vermivet e aprenda tudo a respeito. Aproveite e confira outras dicas de cuidados para manter a saúde e o bem-estar do seu amigo.

Não se esqueça de que as verminoses são doenças que matam, por isso, você deve estar atento à dirofilariose canina e aos demais problemas que podem afetar o seu pet. Mas administrando as doses de vermífugo no tempo certo, você estará fazendo a sua parte e garantido proteção para o seu animal.

Saiba mais sobre vermifugação e as doses de inverno e primavera. Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas para tirar todas as suas dúvidas.

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